Fomos ao Beto Carrero de carro com crianças e cachorro: será que faríamos de novo?
Steve farejando a janela, Amanda perguntando “quanto tempo falta?” pela terceira vez em quarenta minutos, mala no porta-malas até a tampa e o GPS mostrando 568 km pela frente.
Foi mais ou menos assim que seguiu a nossa viagem ao Beto Carrero com crianças e cachorro.
Fomos em setembro de 2022, saindo de São Paulo rumo a Penha, onde fica o Beto Carrero World. A ideia surgiu de um convite muito especial: uma amiga da Amanda, a Duda, faria aniversário e a viagem seria o presente dela.
E, com muito carinho, ela escolheu a Amanda para viver essa aventura junto.
A proposta era passar quatro dias em Santa Catarina, de quinta a domingo, com dois dias dedicados ao parque. Compramos os ingressos com antecedência, mas não pegamos o passe VIP, porque fomos em baixa temporada.
E, sinceramente? Para o nosso estilo de viagem, foi uma excelente escolha.
O parque estava bem mais tranquilo, conseguimos aproveitar bastante e não sentimos aquela pressão de correr de um brinquedo para o outro como se estivéssemos disputando uma prova de resistência.
E sim, fomos de carro.
Com crianças.
Com cachorro.
Com malas.
Com expectativa.
E com aquela coragem típica de família que olha 568 km no mapa e pensa: “vai dar certo”.
Será que recomendamos? Será que faríamos de novo?
Continua por aqui que vou te contar tudo!
Por que decidimos ir de carro para o Beto Carrero
Saímos de Taboão da Serra, em São Paulo, até Penha, em Santa Catarina. A distância aproximada era de 568 km, e o trajeto estimado dava cerca de 7h20.
Na prática, levamos quase 10 horas.
Mas antes que alguém pense “nossa, que sofrimento”, preciso dizer que não foi bem assim.
Claro que teve parada para comer, ir ao banheiro, deixar o Steve fazer xixi, esticar as pernas e respirar um pouco fora do carro. Também pegamos uma obra na estrada, o que atrasou um pouco a chegada. Mas foi uma situação atípica.
A verdade é que eu gosto de viajar de carro.
Gosto de olhar a estrada, ver paisagens diferentes, sentir que a viagem começa antes mesmo de chegar ao destino. Para mim, o trajeto também faz parte da experiência.
Quando decidimos ir de carro, já combinamos uma coisa: iríamos sem pressa.
Nada de transformar a viagem em uma corrida. Se precisasse parar, a gente parava. Se as crianças cansassem, a gente respeitava. Se o Steve precisasse descer, tudo bem também.
E isso fez muita diferença.
Porque viajar de carro para o Beto Carrero com crianças pode ser cansativo se a gente tentar controlar tudo. Mas quando a família entende que o caminho também faz parte do passeio, tudo fica mais leve.
Viajando com cachorro: o Steve também foi, mas não foi ao parque
Um dos principais motivos para irmos de carro foi o Steve, nosso cachorro.
Ele é parte da família, então a ideia de deixá-lo para trás não fazia muito sentido para nós naquele momento. Claro que viajar com cachorro exige mais planejamento, mas no nosso caso funcionou muito bem porque pensamos no conforto dele também.
E aqui vale uma observação importante: o Steve viajou com a gente, mas ele não foi ao parque.
Para ele, seria cansativo demais passar o dia inteiro no Beto Carrero. Parque tem muita gente, barulho, movimento, crianças correndo, filas, estímulos o tempo todo… e achamos que isso não seria confortável para ele.
Além disso, alguém sempre teria que ficar focado nele. E aí, em vez de todo mundo aproveitar o passeio junto, a viagem acabaria ficando mais limitada.
Então, para o bem dele e para a nossa organização, a melhor escolha foi deixá-lo no apartamento enquanto estávamos no parque.
Como alugamos um Airbnb pet friendly em Penha, isso fez toda a diferença. Ele ficou em um ambiente mais tranquilo, com as coisas dele, sem excesso de barulho e sem aquela agitação toda do parque.
Levamos os brinquedos preferidos, a caminha e tudo que pudesse deixar o espaço com um pouco de cheiro de casa.
A caminha, claro, virou praticamente item decorativo, porque nem em casa ele usa direito.
Levamos tudo achando que ele iria usar, mas…
Spoiler: não vai.
Quando voltávamos do parque, passeávamos com ele no espaço pet do condomínio para ele gastar energia, fazer as necessidades e também receber atenção.
No início, ele estranhou um pouco o ambiente novo, o que é normal. Mas, aos poucos, foi entrando no clima da viagem também.
No fim, essa foi uma das melhores decisões: o Steve participou da viagem, ficou perto da família, mas sem ser colocado em uma situação que poderia ser desconfortável para ele.
Para quem está pensando em fazer uma viagem para o Beto Carrero com cachorro, acho que essa é uma dica importante: nem sempre levar o pet para todos os passeios é a melhor escolha.
O apartamento foi uma escolha muito melhor do que imaginávamos
Ficamos todos juntos no mesmo apartamento: eu, o João, as crianças, nossos amigos e os dois filhos deles.
O apartamento era bem espaçoso. Tinha quatro quartos, sendo uma suíte e uma demi-suíte. Dois quartos tinham cama de casal e os outros tinham bicama de solteiro. Ou seja, comportou todo mundo com conforto.
Para uma viagem em grupo, isso foi ótimo.
As crianças ficaram juntas, os adultos conseguiam conversar, preparar alguma coisa para comer e organizar a rotina com mais liberdade.
Como estávamos em apartamento, logo no dia da chegada fizemos uma comprinha básica de mercado. Pegamos itens para café da manhã, lanches e algumas coisas para uma janta rápida.
E deu super certo.
Um dos nossos amigos gosta de cozinhar e preparou um caldo verde que ficou simplesmente delicioso. Sabe aquela comida que combina com viagem, friozinho e cansaço bom? Foi exatamente isso.
Além disso, estar em um apartamento ajudou muito com o Steve. Ele tinha um espaço mais tranquilo para ficar, e nós conseguíamos manter uma rotina mínima para ele, mesmo fora de casa.
Para quem viaja com criança e cachorro, isso faz diferença.
Hotel pode ser ótimo, pousada também. Mas, no nosso caso, o apartamento foi a melhor escolha.

A primeira noite teve empolgação demais e sono de menos
Agora, preciso contar uma parte muito real da viagem.
As meninas estavam tão felizes e empolgadas que praticamente não dormiram na primeira noite.
Sabe quando a criança está viajando, com amiga, em lugar diferente, sabendo que no dia seguinte vai para um parque enorme? Pois é. A cabeça delas não desligava. A ansiedade estava grande!
Resultado: no dia seguinte, depois de um dia intenso de parque, teve um momento em que as duas estavam quase dormindo em pé.
A empolgação cobrou a conta.
E é aí que a gente lembra que viajar com criança é maravilhoso, mas também exige jogo de cintura.
Porque elas querem aproveitar tudo, não querem parar, não querem perder nada… até o corpo dizer: “minha filha, acabou a bateria”.
Dois dias de parque foram suficientes?
Para nós, sim.
Fizemos dois dias de Beto Carrero e achamos que foi suficiente para aproveitar muito bem. Mas vale reforçar: fomos em baixa temporada.
O parque não estava lotado, as filas estavam tranquilas e conseguimos repetir atrações. Em alta temporada, talvez três dias seja uma opção melhor, principalmente para quem quer fazer tudo com calma.
Também acho importante considerar o ritmo da família.
Tem criança que aguenta o dia inteiro feliz. Tem criança que no meio da tarde já começa a ficar bem cansada. Então vale avaliar faixa etária e a rotina de cada um.
No nosso caso, dois dias funcionaram muito bem.
Mas é bom chegar cedo e ficar o dia todo. O parque é grande, tem bastante coisa para ver, muitos brinquedos, shows e áreas temáticas.
Então, se alguém me perguntasse quantos dias ficar no Beto Carrero com crianças, eu diria: dois dias podem ser suficientes em baixa temporada. Mas, se for alta temporada ou se a família quiser fazer tudo com mais calma, três dias talvez sejam melhores.
Minha impressão sobre o Beto Carrero
Eu achei o parque lindo.
Comparando com parques que conhecemos por aqui em São Paulo, como o Hopi Hari, senti que o Beto Carrero tem uma estrutura bem superior. É bonito, organizado, limpo e muito bem cuidado.
Muita gente chama o Beto Carrero de “Disney brasileira”. Eu entendo a intenção, porque o parque realmente impressiona.
Mas, como já fui à Disney quando era criança, não consigo comparar diretamente. A Disney tem uma magia própria, ainda mais considerando todo o complexo de parques de lá. Fico pensando como deve estar atualmente, se há anos atrás já me impactou tanto.
Mas falando apenas do Beto Carrero, sem precisar comparar: achei uma experiência muito boa.
O parque estava limpo, não vimos lixo espalhado, as áreas estavam bem organizadas e os funcionários pareciam bem atentos.
Outro ponto que me chamou atenção foi a rigidez com as regras de segurança.
E aqui entra uma parte importante da nossa experiência.

As pulseiras de altura e a frustração da Amanda
Na época da viagem, a Amanda estava com 7 anos. Por causa da altura, ela não podia ir em alguns brinquedos.
O parque usa pulseiras de cores diferentes para identificar quais atrações cada criança pode acessar. E, no nosso grupo, só a Amanda estava com restrição. Tadinha.
Eu entendo totalmente a regra. Segurança é segurança. E achei até positivo ver que o parque leva isso a sério, sem aquele famoso jeitinho brasileiro.
Inclusive, presenciei uma situação curiosa na fila de um dos brinquedos. Dois irmãos gêmeos estavam ali, mas um foi liberado e o outro não, por uma pequena diferença de altura.
Deu dó, porque a frustração da criança é real.
Mas, ao mesmo tempo, mostra que o parque segue as diretrizes.
Mesmo assim, como mãe, a gente sente junto né?
Teve um brinquedo, o Barco Viking, que até hoje eu confesso que não entendi muito bem por que a Amanda não pôde ir. Ela ficou chateada em alguns momentos, e foi aí que o meu modo mãe entrou em modo turbo.
O João ficou com o Davi, e eu fui com a Amanda procurar atrações que ela pudesse aproveitar.
E lá fui eu, com toda a empolgação do mundo, encarar brinquedos como elefante voador e xícara maluca.
Porque mãe faz isso.
Mãe finge que está animadíssima na xícara, mesmo sentindo que a alma está girando em outra dimensão.
E agora a Amanda já poderia ir em tudo
Uma coisa curiosa é que, se voltássemos hoje, a experiência da Amanda provavelmente seria bem diferente.
Na época, ela ficou com uma pulseira que limitava algumas atrações por causa da altura. E isso gerou algumas frustrações, porque ela via outras crianças indo em brinquedos que ela também queria muito experimentar.
Mas agora ela já poderia usar a pulseira verde e estaria liberada para ir em todas as atrações.
Ou seja, se naquela viagem eu precisei ativar o modo mãe investigadora, procurando brinquedos em que ela pudesse entrar, numa próxima vez provavelmente seria ela me puxando para todos os brinquedos possíveis.
E eu, claro, fingindo coragem. Porque isso tudo faz parte da maternidade.
A xícara maluca quase me derrotou
Preciso registrar isso: eu passei mal na xícara.
A Amanda, por outro lado, estava amando.
E não bastava a xícara já girar naturalmente. A graça dela era girar ainda mais aquele volante central que faz a xícara rodar por dentro.
Ou seja, o brinquedo já era uma ameaça ao meu equilíbrio, e a Amanda ainda decidiu ativar o modo centrifugadora.
Eu tentava sorrir, fazer cara de mãe divertida, mas por dentro eu só pensava: “Senhor, me sustenta”.
Mas preciso ser justa: pai que é pai também participa.
Eu não estava sozinha com as crianças, e o João também viveu seus momentos de entrega paterna durante a viagem.
No final do primeiro dia de parque, voltamos para a área onde ficava a famosa xícara. E aí, como eu sou uma pessoa muito generosa, fiz a Amanda levar o João também.
Afinal, ele precisava ter essa experiência maravilhosa com a filha.
Atenção: contém ironia.
Porque se eu passei por aquilo, nada mais justo do que ele também criar essa memória afetiva, giratória e levemente traumática.
A Amanda foi feliz da vida. O João foi levado pela filha. E eu assisti com aquela paz de quem pensa: “agora você vai entender”.
No final, ela se divertiu muito. Então valeu.
Mas fica aqui meu relato honesto: xícara maluca parece inocente, mas não é.

A atração que mais amamos: Madagascar Crazy River Adventure
Se teve uma atração que marcou muito a nossa viagem, foi a Madagascar Crazy River Adventure.
É uma espécie de bote redondo grande que desce por corredeiras. A atração é divertida, molha um pouco, dá risada, balança, gira e rende aquele tipo de diversão que funciona para a família toda.
Como o parque estava vazio, conseguimos ir várias vezes seguidas.
A moça da atração perguntava: “Querem ir de novo?” E nós: “Sim!!!!!” Com aquela empolgação!
Fomos umas quatro vezes seguidas.
Na hora, eu lembrei daquele episódio do Pica-Pau nas Cataratas do Iguaçu. Foi exatamente essa energia de “vamos de novo, vamos de novo, vamos de novo”, e com braços levantados rsrs.
Detalhe: estava frio e garoando, principalmente no segundo dia.
Compramos capas de chuva, mas era só uma garoa leve. Nada que atrapalhasse. Na verdade, para nós, até deixou a experiência mais divertida.
Eu prefiro parque com friozinho do que aquele calor de passar mal. E a garoa provavelmente ajudou o parque a ficar mais vazio. Nenhuma atração deixou de funcionar por causa disso, então foi ótimo.

Star Mountain: coragem de mãe ativada
Também teve atração radical, claro.
Uma delas foi a Star Mountain, uma montanha-russa que eu só fui porque o Davi queria muito.
O João não gosta muito desse tipo de brinquedo radical. Eu até gosto, mas confesso que, nessa, se dependesse só de mim, talvez eu passasse a vez.
Mas aí entra aquela parte da maternidade em que você olha para o filho empolgado e pensa: “Por ele eu encaro!”.
A Amanda não pôde ir nessa atração, por causa da altura. Então fui com o Davi.
E eu tomei um susto enorme.
Em determinado momento, no meio daquela adrenalina toda, olhei para o lado e o Davi estava com os olhos fechados de um jeito que parecia que tinha desmaiado.
Meu coração quase saiu do corpo.
Mas não. Era só o jeito dele de curtir a montanha-russa.
Cada um processa o medo como consegue. Eu grito. Ele fecha os olhos e parece que desligou do mundo.

A pipoca do Beto Carrero merece um parágrafo
Eu preciso comentar sobre a pipoca.
Sou apaixonada por pipoca. E a pipoca de lá tinha um sabor diferente, muito gostoso. Não sei explicar exatamente o que era, mas marcou.
Tem coisas em viagem que ficam na memória pelos grandes acontecimentos. Outras ficam por detalhes pequenos: um cheiro, uma comida, uma risada, uma música, uma garoa, uma pipoca.
A pipoca do Beto Carrero entrou nessa lista.
O parque também tem uma praça de alimentação grande, com várias opções de restaurantes, para diferentes gostos e bolsos.
Mas, como estávamos em apartamento, equilibramos bem. Fizemos algumas refeições fora, mas também usamos o que compramos no mercado para café da manhã e comidas mais rápidas.
Isso ajudou bastante.
Também fomos ver o mar
Perto do condomínio onde ficamos havia uma praia. Ela não era própria para banho, mas fomos passear mesmo assim.
A ideia era só andar na areia, ver o mar e sentir um pouco o clima da região.
Mesmo sem entrar na água, foi gostoso.
Às vezes, em uma viagem, a gente acha que só os grandes passeios contam.
Mas caminhar na areia, ver as crianças brincando, respirar um ar diferente e sair da rotina também faz parte.

Dicas para viajar ao Beto Carrero com crianças e cachorro
Depois dessa experiência, algumas coisas ficaram bem claras para nós.
A primeira é que viajar de carro para o Beto Carrero pode valer muito a pena, principalmente para quem sai de São Paulo e quer ter mais liberdade. No nosso caso, fez sentido porque estávamos com duas crianças, muitas malas e o Steve.
Também acho que escolher uma hospedagem pet friendly em Penha foi essencial. Como o Steve não foi ao parque, precisávamos de um lugar confortável para ele ficar enquanto aproveitávamos o dia com as crianças.
Outra dica é planejar as paradas na estrada. Parece detalhe, mas não é.
Com criança e cachorro, a parada não serve só para abastecer ou comer alguma coisa. Serve para respirar, ir ao banheiro, esticar as pernas, deixar o cachorro andar um pouco e evitar que todo mundo chegue destruído.
Também vale pesquisar antes as atrações do Beto Carrero por altura.
Na nossa viagem, a Amanda ainda tinha restrição para alguns brinquedos, e isso gerou uma certa frustração. Se eu tivesse olhado isso com mais calma antes, talvez já tivesse preparado melhor a expectativa dela.
Ir em baixa temporada também foi uma escolha muito boa. Pegamos o parque mais tranquilo, conseguimos repetir atrações e não sentimos aquela sensação de precisar correr o tempo todo.
Para nós, dois dias de parque foram suficientes. Mas se fosse alta temporada, talvez três dias fossem melhores, principalmente para famílias que querem fazer tudo com calma.
E, por último, eu diria: vá com espírito leve.
Viagem com criança e pet dificilmente sai 100% como planejado. Sempre tem uma parada a mais, uma criança cansada, uma mala que você esqueceu onde colocou, um cachorro estranhando o ambiente ou uma mãe tentando sobreviver à xícara maluca. Mas é justamente isso que vira história depois.
Afinal, recomendamos viajar de carro para o Beto Carrero?
Sim, recomendamos.
Para nós, valeu muito a pena fazer a viagem de carro para o Beto Carrero porque estávamos com o Steve, queríamos liberdade e gostamos da experiência da estrada. Também funcionou bem porque não fomos com pressa — e quando a família entende isso, tudo fica mais tranquilo.
A viagem exige planejamento, principalmente com crianças e cachorro. Lanches, água, itens do pet, paradas, documentos, roupas confortáveis e paciência. Muita paciência.
O ponto principal, para mim, é entender que viajar com cachorro não significa levar o cachorro para todos os lugares. O Steve foi na viagem, ficou hospedado com a gente no apartamento, passeou no espaço pet do condomínio e teve o conforto dele respeitado. Isso deixou tudo mais leve — nós aproveitamos o parque com as crianças, e ele ficou em um ambiente tranquilo, sem passar pelo cansaço de um dia inteiro cheio de estímulos.
Não achamos a viagem cansativa. A parte mais chatinha foi o trânsito e a obra na estrada, mas nada que estragasse a experiência.
Uma viagem que ficou guardada na memória
No fim, nossa viagem ao Beto Carrero com crianças e cachorro foi muito mais do que dois dias de parque.
Foi a primeira viagem das crianças para outro estado. Foi estrada em família. Foi o Steve junto. Foi apartamento compartilhado com amigos. Foi criança empolgada, mãe girando em xícara maluca, pai sendo convocado para viver a mesma emoção, garoa no parque, pipoca gostosa, montanha-russa, praia sem banho e muitas memórias.
Foi uma daquelas viagens que a gente sabe que vai lembrar por muito tempo.
E sim, está nos nossos planos repetir. Numa próxima vez, a Amanda já poderia usar a pulseira verde e aproveitar todas as atrações — e eu já consigo imaginar ela querendo compensar tudo que não conseguiu ir da primeira vez.
É isso que faz uma viagem ser especial: não precisa ser perfeita, não precisa sair tudo como planejado, não precisa ter luxo. Precisa ter presença, risadas, pequenas histórias e aquela sensação boa de que todo mundo viveu algo junto.
E essa, com certeza, foi uma experiência que a nossa família vai guardar com muito carinho.
E você, já foi ao Beto Carrero com crianças? Foi de carro, de avião ou também teve alguma história engraçada no meio do caminho? Me conta nos comentários.





