Nossa viagem de casal para Campos do Jordão: 10 anos de casamento, friozinho, fondue e Steve junto
Demorou dez anos, mas a nossa viagem de casal para Campos do Jordão finalmente aconteceu.
Em agosto de 2023, mês do meu aniversário, eu e o João completamos 10 anos de casamento. E, por incrível que pareça, até aquele momento, nós nunca tínhamos feito uma viagem só nós dois.
Quando nos casamos, a vida foi acontecendo muito rápido. Vieram os filhos, as responsabilidades, a rotina, os boletos, os compromissos… e aquela tão sonhada lua de mel acabou ficando para depois.
E esse “depois” demorou bastante rsrs.
Mas acho que, no fim, ela veio no nosso tempo.
A nossa lua de mel não teve praia paradisíaca logo depois do casamento. Teve Campos do Jordão, friozinho, estrada, fondue, saudade das crianças e o Steve junto.
E, sinceramente? Foi muito a nossa cara.
Quando começamos a planejar essa viagem, eu sentia que ela não era só um passeio. Era uma comemoração mesmo. Um respiro. Um momento de olhar para tudo o que a gente já tinha vivido e pensar: “caramba, chegamos até aqui”.
Foram cerca de cinco dias, mas daqueles que ficam guardadinhos na memória.
Meus pais ficaram com as crianças, e nós fomos: eu, João e Steve. Sim, o Steve foi junto.
Não tivemos coragem de deixar mais essa missão para os meus pais, que já estariam com as crianças. Então ele virou nosso acompanhante oficial da viagem. Nosso cãopanheiro de comemoração.
E ter ele com a gente acabou sendo muito especial.
Porque não foi uma viagem exatamente “só nós dois” no sentido literal da coisa, mas foi uma viagem muito nossa.
Nesse texto, vou contar um pouco de tudo: onde ficamos, os lugares que conhecemos, os fondues que provamos, os passeios que fizemos e os momentos mais marcantes da viagem.

Por que escolhemos Campos do Jordão
Eu sempre tive vontade de conhecer Campos do Jordão.
Gosto de frio, roupa quentinha, chocolate quente, montanha, restaurante charmoso, lareira e essa ideia deliciosa de romantizar um pouco a vida.
Campos parecia ter exatamente esse clima romântico e acolhedor.
Antes de decidir, ficamos entre Monte Verde, em Minas Gerais, e Campos do Jordão, em São Paulo. Os dois destinos pareciam lindos, mas como era a nossa primeira viagem em casal, eu queria um lugar com mais movimento, mais restaurantes, mais opções para sair à noite e passear sem muita programação.
E Campos do Jordão tem muitas opções de passeios e restaurantes.
A cidade fica na Serra da Mantiqueira e tem aquele clima de montanha que a gente já sente logo na chegada. A sede do município fica a 1.628 metros de altitude, e isso explica bem aquele friozinho gostoso que eu tanto queria.
Mas não é só o frio. É a cidade inteira.
As construções com aquele ar mais europeu, as montanhas ao redor, as ruas de Capivari iluminadas à noite, os restaurantes cheios, as pessoas passeando de casaco… tudo cria um cenário que combina muito com viagem romântica.
Eu olhava ao redor e pensava: “era exatamente isso que eu queria viver”.

A pousada Apple House: nossa casinha em Campos
Escolhemos a Pousada Apple House, que encontrei pesquisando no Google. Gostei das fotos, da proposta e achei que combinava com essa viagem mais romântica.
Ficamos em uma acomodação chamada Vênus, que tinha várias coisas que eu imaginava para viver Campos do Jordão do jeitinho que eu queria: lareira, banheira, vista para a mata e até aquecimento no colchão.
Eu achei o máximo.
Porque, sim, eu amo frio. Mas dormir quentinha também é bom demais, né?
Esse detalhe do colchão aquecido ganhou meu coração.

A pousada tinha uma proposta bem aconchegante e toda ligada ao tema da maçã. Tinha chá de maçã, maçãs disponíveis e até uma mensagem falando sobre os benefícios da fruta. Achei delicado. Pequenas coisas assim fazem diferença na experiência.
Quando chegamos, praticamente no início da noite, tinha caldinho pronto para os hóspedes. E como nós não tínhamos parado direito no caminho, chegamos com fome.
Sabe aquele detalhe simples, mas que parece um abraço? Foi isso.
Um caldo quentinho, depois de horas de estrada, em uma cidade fria, dentro de uma pousada charmosa. A viagem já começou especial.
Outro ponto que eu gostei muito foi o café da manhã ir até mais tarde. Para mim, isso faz muita diferença em uma viagem.
A gente conseguia acordar sem pressa, tomar um café reforçado, sair para passear e depois comer alguma coisa mais leve durante o dia.
À noite, aí sim, vinha o grande evento: jantar em Campos do Jordão.
E como nós amamos fondue, vocês já devem imaginar o que mais apareceu nessa viagem.

Capivari e o primeiro fondue da viagem
Na primeira noite, fomos conhecer o centrinho de Capivari, que é uma das regiões mais conhecidas e movimentadas de Campos do Jordão.
Eu estava naquela empolgação de primeira noite de viagem, sabe?
Tudo parece novidade.
A rua, o frio, as luzes, as vitrines, os restaurantes, as pessoas andando de casaco. Eu queria olhar tudo, fotografar tudo, entrar em tudo e aproveitar cada pedacinho.
E lá fomos nós: eu, João e Steve.
Escolhemos a Esquina do Djalma, um bar/restaurante bem conhecido em Capivari. Foi ali que comemos nosso primeiro fondue da viagem.
E eu digo “primeiro” porque, sim, teve fondue praticamente todos os dias rsrs.
Mas vamos combinar: ir para Campos do Jordão, no frio, em uma viagem romântica, e não comer fondue seria quase uma falta de respeito com a experiência.
O que mais gostei em Capivari foi esse movimento gostoso de cidade turística. Dá para passear sem pressa, olhar lojinhas, escolher restaurante, tomar um café, comprar lembrancinha e simplesmente curtir o clima.
E o Steve estava junto, todo importante, como se também tivesse planejado a viagem.

Campos do Jordão é pet friendly?
Uma coisa que me chamou bastante atenção foi como Campos do Jordão é pet friendly.
Claro que é sempre importante conferir antes as regras de cada pousada, restaurante e passeio, porque isso pode mudar. Mas, na nossa experiência, conseguimos levar o Steve para muitos lugares.
Vários restaurantes tinham espaço para receber pet, principalmente na região de Capivari.
Isso facilitou muito a nossa vida, porque não queríamos deixar o Steve sozinho na acomodação. E, em muitos lugares, nem pode deixar o pet sozinho mesmo. Então foi muito bom sentir que a cidade acolhia esse tipo de viagem.
Também achei curioso ver vários cachorros de rua usando roupinhas de frio. Muitos ficavam rondando os restaurantes, provavelmente porque eram alimentados por pessoas da região.
Era uma cena muito Campos do Jordão: a gente ali, vivendo um jantar romântico, e do lado passava um caramelo de roupinha como se também estivesse curtindo a temporada de inverno.
Eu olhava e pensava: “até os cachorros daqui entram no clima”.

Morro do Elefante: uma vista linda e um perrengue que não estava no roteiro
Um dos passeios mais conhecidos de Campos do Jordão é o Morro do Elefante, com acesso pelo teleférico do Parque Capivari.
Como estávamos com o Steve, optamos pela cabine fechada do teleférico. O passeio é bonito, a vista é linda e dá para ver a cidade de cima, com aquela sensação gostosa de estar mesmo em um lugar de montanha.
No Morro do Elefante também tem o Trenó de Montanha, e o João acabou indo. É uma atração divertida, e percebi que ele estava com muita vontade de ir. Então incentivei, claro.

Mas esse passeio acabou ficando marcado por um perrengue daqueles.
Em determinado momento, um cachorro grande que estava por ali começou a implicar com o Steve. No começo, a gente até tentou entender se era só curiosidade, mas logo percebemos que a situação estava passando do ponto.
O João teve que pegar o Steve no colo e segurar bem alto, porque o cachorro pulava muito e parecia decidido a alcançar ele.
Eu não sei dizer se o cachorro queria brincar, se estava agitado, se era ciúme do espaço ou qualquer outra coisa. O que eu sei é que, para nós, foi assustador.
O Steve é pequeno, o cachorro era grande, e tudo aconteceu muito rápido. Em um dos pulos, ele chegou a arrancar um tufinho de pelo do Steve.
Eu fiquei apavorada.
Tentamos nos afastar, tentamos acalmar a situação, o João tentou brincar e falar com o cachorro, mas o foco dele continuava sendo o Steve. Algumas pessoas que estavam passeando perceberam o incômodo e tentaram ajudar também.
O que deixou tudo ainda mais desconfortável foi a sensação de que aquele cachorro fazia parte da rotina do local.
As pessoas que trabalhavam ali chamavam ele pelo nome, Caramelo, e comentaram que ele era alimentado e até recebia cuidados veterinários pagos por funcionários.
Então, mesmo que ele não fosse oficialmente “do parque”, para nós ficou a impressão de que era um cachorro acolhido naquele espaço. E, como estávamos dentro de um local privado, eu esperava uma condução mais cuidadosa da situação.
Não queríamos confusão. Não queríamos que fizessem nada ruim com o cachorro. Pelo contrário: eu e o João amamos cachorro.
A única coisa que a gente queria era que alguém segurasse o Caramelo por alguns minutos, ou nos orientasse melhor, para conseguirmos terminar o passeio com segurança e tranquilidade.
Procurei ajuda com uma pessoa da equipe, mas naquele momento senti falta de acolhimento. A resposta pareceu um pouco indiferente, como se não houvesse muito o que fazer. Depois pedimos para falar com algum responsável, e a pessoa demorou bastante para aparecer.
Confesso que achei a situação desrespeitosa, principalmente porque estávamos assustados e tentando resolver tudo da forma mais tranquila possível.
No fim, explicamos o que aconteceu e acabaram reembolsando o valor do ingresso. Mas a experiência mexeu comigo.
Não era sobre não gostar do cachorro.
Era sobre segurança, cuidado e responsabilidade com quem está ali passeando — inclusive com pets pequenos.
Acabamos não curtindo o Morro do Elefante como gostaríamos. A vista era linda, o lugar tinha tudo para ser um passeio leve, mas aquela situação tirou um pouco a paz do momento. Espero que, em uma próxima vez, a experiência seja diferente e mude essa impressão ruim que ficou do local.
E vida real de viagem é isso também, né?
Tem foto bonita, tem fondue, tem friozinho… mas também tem imprevisto.
Pico do Itapeva, Parque do Itapeva e aquela vista de respirar fundo

Também fomos ao Pico do Itapeva, um daqueles lugares em que a gente chega e fica alguns segundos em silêncio, só olhando. A vista é incrível.
O Pico do Itapeva fica a mais de 2.000 metros de altitude e é conhecido pela vista ampla para o Vale do Paraíba. Em dias claros, dá para avistar várias cidades lá de cima.
É um tipo de passeio leve, gostoso e tranquilo. Não precisa ter muita coisa acontecendo. Só de olhar aquela paisagem já foi suficiente.
No dia em que fomos ao Pico do Itapeva, também havia uma feirinha com vários itens, inclusive roupas de frio. Compramos casacos quentinhos por um preço bem melhor do que provavelmente encontraríamos em São Paulo.
E eu amo quando uma compra de viagem vira lembrança.
Porque depois não é só um casaco.
É “o casaco que comprei naquela viagem de 10 anos de casamento em Campos do Jordão”.

Além dessa parte do pico, também conhecemos o Parque Pico do Itapeva, que é uma área particular e paga. Achei importante separar as duas coisas, porque uma coisa é parar para ver a vista do Pico do Itapeva, e outra é entrar no parque, que tem uma estrutura mais organizada para passear, tirar fotos e aproveitar com mais calma.
No parque do Itapeva tem mirante, área com flores, e aquele visual de montanha que encanta. Eu achei um passeio muito gostoso, principalmente porque combina com essa ideia de viagem tranquila, sem pressa, só curtindo a paisagem.
Também tinha uma parte com lavandas e plantas ornamentais, que deixou tudo ainda mais bonito. É aquele tipo de lugar que rende foto bonita e que vale a pena conhecer.

Parque da Cerejeira: uma pausa delicada no meio da viagem
Outro lugar que conhecemos foi o Parque da Cerejeira, e ele é lindíssimo.
Como viajamos em agosto, pegamos uma época muito especial, porque é justamente o período em que a florada das cerejeiras costuma acontecer.
O parque tem um clima bonito, delicado, tranquilo. É gostoso para caminhar devagar, tirar fotos, observar as flores e deixar o tempo passar sem tanta pressa.
Eu achei um passeio muito apropriado para essa viagem. E foi o João que pesquisou e quis me levar lá.
Percebi que tinham muitas pessoas fazendo ensaios de formatura, casamento… de tão lindo que é esse parque.
Campos do Jordão tem isso que eu gosto: ao mesmo tempo em que tem movimento, restaurantes e vida noturna, também tem natureza, silêncio, frio e lugares que convidam a desacelerar.

Muito fondue, claro
Se tem uma coisa que marcou essa viagem foi o fondue em Campos do Jordão.
A gente experimentou fondue em lugares diferentes, porque, já que estávamos lá, queríamos aproveitar sem culpa.
Um dos restaurantes que conhecemos foi o Restaurante La Gália, em Capivari. E foi uma experiência bem gostosa, romântica e agradável.
O ambiente tinha música ao vivo, e em determinado momento o cantor cantou “Can’t Help Falling in Love”.
O João ama essa música, então foi bem especial. Até filmamos o momento.
Estávamos ali comemorando 10 anos de casamento, em uma viagem que demorou tanto para acontecer, com friozinho, fondue e aquele clima de Campos do Jordão. Então foi muito significativo pra gente.
No La Gália, pedimos o fondue completo, com carne na pedra, queijo e chocolate.
E estava uma delícia.
Tudo veio super bem servido, daqueles jantares que a gente vai comendo sem pressa, conversando, aproveitando o ambiente e pensando: “que bom que viemos”.
Eu amo fondue de carne na pedra. Acho mais saboroso do que o feito no óleo e também gosto porque não fica aquele cheiro forte de gordura. Para mim, combina muito mais com uma experiência gostosa e romântica.

Outro restaurante de que gostei muito foi o Restaurante Avestruz, indicação da pousada. Ele não fica exatamente no miolinho de Capivari, mas valeu muito a pena.
O fondue de queijo estava bem gostoso. O atendente no local nos explicou que o queijo era feito por eles e nos contou detalhes da história que eu não me lembro tão bem, mas realmente estava muito bom.
Daqueles que você come e pensa: “ainda bem que seguimos a indicação”.
Também conhecemos a Sans Souci, uma cafeteria bem charmosa em Campos do Jordão. Ela tem uma proposta de café, bistrô e confeitaria, com um ambiente muito bonito e uma decoração que combina demais com uma tarde fria na cidade.
Tinham detalhes bem fofos, como meias de frio nos pés das cadeiras. Esses detalhes me encantam.
Esses momentos foram muito gostosos porque tinham um ritmo diferente da nossa vida normal.
Sem pressa para buscar criança na escola. Sem rotina de casa. Sem aquela lista mental de coisas para resolver.
Só nós dois, sentados, comendo algo gostoso, conversando, rindo e vivendo um pouco essa fase que demorou tanto para chegar.

A primeira viagem só eu e João
Essa foi a primeira experiência de viagem só eu e o João focada em nós como casal mesmo.
Com crianças, a viagem tem outro ritmo. Também é uma delícia, claro, mas tem mais agitação, mais preocupação, mais programação voltada para eles.
Criança quer brincar, correr, ver coisa, comer em horário certo, dormir de um jeito possível.
Nessa viagem, conseguimos fazer passeios mais românticos, escolher restaurantes com calma, acordar sem pressa e simplesmente ficar juntos.
Mas preciso confessar uma coisa: tudo lembrava as crianças. Coisa de mãe, né?
Mesmo estando feliz por viver aqueles dias com o João, eu pensava nelas o tempo inteiro.
Em algum lugar eu pensava: “nossa, eles iam gostar disso”.
Em outro: “o Davi ia amar essa história”.
Em outro: “a gente podia voltar aqui com eles”.
A saudade foi grande, mesmo sendo uma viagem curta.
Maternidade é muito engraçada nesse sentido. A gente deseja um tempo a dois, precisa desse tempo, aproveita esse tempo… mas leva os filhos dentro da cabeça e do coração o tempo inteiro.
Não tem botão que desliga essa sensação.
O hotel abandonado que deixou a gente intrigado
Um lugar que vimos por lá e que nos deixou muito curiosos foi o Hotel Mont Blanc, um hotel enorme, imponente e completamente abandonado.
Ele chama atenção de longe.
Tem alguma coisa nesse tipo de construção que mexe com a imaginação. A gente olha e já quer saber quem passou por ali, como era antes, por que fechou, o que aconteceu.
Fomos pesquisar depois e vimos que o Mont Blanc é cercado de histórias, versões e lendas. Alguns relatos dizem que ele já foi um dos hotéis mais luxuosos de Campos do Jordão, mas acabou abandonado e hoje virou uma espécie de curiosidade da cidade.
Eu prefiro não afirmar nenhuma versão como verdade absoluta, porque encontrei informações diferentes sobre o motivo do abandono. Mas o fato é que o prédio impressiona.
E, claro, pensamos no Davi na hora. Ele ama esse tipo de história.
Já imaginei ele cheio de perguntas, querendo saber se podia entrar, quem morava ali, se era assombrado, se tinha passagem secreta.
Coisa de criança curiosa — e, sinceramente, de adulto também. Tanto que paramos no local para fotografar.
Importante dizer: é um prédio abandonado, então não é lugar para entrar ou se aventurar. Para nós, ficou só como uma curiosidade vista de fora e pesquisada depois.

A viagem que a gente precisava
Essa viagem para Campos do Jordão foi muito mais do que um passeio.
Foi uma forma de celebrar 10 anos de casamento, mas também de reconhecer tudo o que aconteceu até ali.
A nossa lua de mel não veio logo depois do casamento. Veio depois de filhos, rotina, boletos, cansaço, fases difíceis, fases lindas e muita vida vivida.
E isso fez essa ocasião ser muito especial. Porque não foi uma viagem perfeita de revista. Foi a nossa viagem.
Com a nossa história.
Com o nosso tempo.
Com o nosso jeito.
E com o nosso cachorro junto.
Campos do Jordão ficou guardada em mim como o lugar onde a gente celebrou não só 10 anos de casamento, mas tudo o que construímos juntos.
E é exatamente isso que eu queria comemorar.

Informações da nossa viagem
Destino: Campos do Jordão, São Paulo
Quando fomos: agosto de 2023
Motivo da viagem: comemoração de 10 anos de casamento
Duração: cerca de 5 dias
Fomos: eu, João e Steve
Estilo da viagem: romântica, tranquila, com friozinho, fondue e passeios pet friendly
Hospedagem: Pousada Apple House
Região mais visitada: Capivari
Passeios citados: Parque Capivari, Morro do Elefante, Teleférico, Trenó de Montanha, Pico do Itapeva e Parque da Cerejeira
Restaurantes e cafés citados: Esquina do Djalma, Restaurante La Gália, Restaurante Avestruz e Sans Souci
O que mais marcou: nossa primeira viagem como casal depois de 10 anos de casamento — com o Steve junto, claro.
Sites úteis dos lugares citados
Antes de ir, confira horários, valores, regras para pets e funcionamento diretamente nos sites ou perfis oficiais, porque essas informações podem mudar conforme a época do ano.
Pousada Apple House
https://pousadaapplehouse.com.br/
Parque Capivari
https://parquecapivari.com.br/
Teleférico do Parque Capivari
https://parquecapivari.com.br/home/atracao-teleferico/
Trenó de Montanha
https://parquecapivari.com.br/home/atracao-treno-da-montanha/
Parque da Cerejeira
https://parquedacerejeira.com.br/
Informações do Parque da Cerejeira
https://parquedacerejeira.com.br/informacoes/
Esquina do Djalma
https://esquinadodjalma.com.br/
Restaurante La Gália
https://www.lagalia.com.br/
Restaurante Avestruz
https://restauranteavestruz.wixsite.com/avestruz
Sans Souci Café e Bistrô
https://www.sanssoucibistro.com.br/o-cafe.php
Informações gerais sobre o Pico do Itapeva
https://guia.melhoresdestinos.com.br/pico-do-itapeva-119-2478-l.html
Informações gerais sobre Campos do Jordão
https://camposdojordao.sp.gov.br/nossa-cidade/
Curiosidade sobre o Hotel Mont Blanc
Não há site oficial de visitação. É um prédio abandonado, então vale apenas como curiosidade para ver de fora e pesquisar a história com cuidado.





