Homem-Aranha: Um Novo Dia com spoilers e final explicado
No artigo com a minha opinião sem spoilers sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia, contei por que o filme me surpreendeu tanto pela sensibilidade e pela forma como apresenta um Peter Parker mais maduro.
Então, agora podemos conversar de verdade sobre a personagem de Sadie Sink, a relação de Peter com MJ e Ned, os novos poderes do Homem-Aranha e aquele final que deixou muitas possibilidades em aberto.
A partir daqui, este artigo contém spoilers do filme. Se você ainda não assistiu, recomendo voltar primeiro à análise sem spoilers e depois retomar esta conversa.
Peter Parker está tentando desaparecer dentro do Homem-Aranha

Depois de ser apagado da memória de todas as pessoas que ama, Peter passa a viver completamente sozinho. MJ e Ned continuam suas vidas sem saber quem ele é, enquanto ele se dedica quase totalmente ao Homem-Aranha.
Não existe mais equilíbrio entre suas duas identidades.
Peter não está vivendo como um jovem que também é super-herói. Ele está vivendo apenas como Homem-Aranha, como se o rapaz por trás da máscara não tivesse mais espaço para existir.
Ele atende a praticamente todas as chamadas policiais, acompanha o que acontece em Nova York e tenta proteger cada canto da cidade.
Peter se mantém ativo e ocupado como Homem-Aranha para não precisar pensar tanto na própria vida e nas pessoas que deixou para trás.
Depois de perder Tia May e ser esquecido por MJ e Ned, ele passa a enxergar a própria presença como uma ameaça para quem ama.
Mas o filme deixa claro que essa escolha está cobrando um preço muito alto.
Ele protege Nova York inteira e sempre volta para uma casa vazia.
Tom Holland consegue mostrar essa tristeza sem precisar dizer nada. Ela aparece no olhar, na rotina e na maneira como Peter observa de longe, pelas redes sociais, a vida dos amigos.
A nova ameaça consegue entrar na mente das pessoas

Uma nova ameaça começa a atingir Nova York enquanto procura alguma coisa escondida no Departamento de Controle de Danos.
Essa pessoa possui poderes telepáticos e consegue entrar na mente dos outros, assumir o controle de seus corpos e passar de uma pessoa para outra para chegar ao que procura.
Desde as primeiras cenas, eu já desconfiava de que Sadie Sink estaria envolvida nesses acontecimentos.
O papel da atriz foi cercado por mistério durante toda a divulgação do filme. Surgiram tantas teorias que ficamos tentando adivinhar qual delas estaria certa.
Quando finalmente acontece a revelação, descobrimos que Sadie Sink interpreta Jean Grey, uma das mutantes mais poderosas do universo dos X-Men.
E não se trata apenas de uma participação rápida para preparar futuros filmes.
Jean tem um papel central na história e acaba se conectando diretamente com a solidão de Peter.
Jean usa MJ para atingir o ponto mais frágil de Peter

Para impedir que Peter atrapalhe sua procura pelo chamado V-Max, Jean entra na mente de MJ e se passa por ela.
No começo, Peter acredita que MJ realmente recuperou suas lembranças.
Ela parece reconhecê-lo, se aproxima e o beija. Por alguns instantes, Peter acredita que finalmente recuperou a pessoa que ama.
Depois de tanto tempo observando MJ à distância e tentando aceitar que ela não sabe quem ele é, aquilo parece a realização de tudo o que ele mais desejava.
Mas nada era real.
Quando Jean revela que estava controlando a mente de MJ, conseguimos ver imediatamente a decepção no rosto de Peter.
A cena foi de partir o coração.
Não é apenas a frustração de ter sido enganado por uma inimiga.
Jean tocou na ferida mais dolorosa do nosso Peter.
Achei essa uma das cenas de maior impacto do filme. Ela mostra o tamanho dos poderes de Jean, mas também revela o lado mais vulnerável do Homem-Aranha.
A dinâmica entre Peter e MJ

Mesmo sem se lembrar de Peter, MJ parece sentir que existe alguma coisa diferente naquela aproximação.
Ela não sabe que ele foi seu grande amor. Não se lembra das aventuras que viveram juntos e nem imagina quantas vezes Peter precisou escolher entre estar ao lado dela ou manter MJ segura.
Zendaya está encantadora no filme e mantém aquele jeito mais reservado e observador da personagem. Em vários momentos, parece que MJ está tentando entender por que aquele rapaz desperta nela uma sensação que não consegue explicar.
Peter, por outro lado, conhece cada detalhe da relação que tiveram.
Ele sabe como MJ pensa, quais são seus medos e tudo o que viveram juntos. Mas precisa tratá-la como alguém que está conhecendo agora.
Isso deixa as cenas dos dois muito delicadas.
Essa situação deixa a química entre Tom Holland e Zendaya ainda mais forte, porque mostra um reencontro tão esperado por ele, enquanto ela tenta entender quem aquele rapaz realmente foi em sua vida.
Peter e a inesperada parceria com o Justiceiro

Quando percebe que Jean pode usar MJ novamente, Peter procura o Justiceiro e pede ajuda para protegê-la.
Desde o início do filme, vemos a interação entre os dois, que é uma das partes que trazem diversão para a história.
O famoso episódio em Long Island, lembrado várias vezes no filme, em que Peter salva a vida do Justiceiro, deixa tudo ainda mais divertido.
Frank Castle não seria exatamente a primeira pessoa a quem Peter pediria ajuda, mas a situação coloca os dois nessa parceria.
A interação entre Peter e o Justiceiro, interpretado por Jon Bernthal, é um dos grandes alívios cômicos do filme.
Os dois enxergam a justiça de maneiras completamente diferentes.
Peter continua tentando preservar vidas e encontrar uma saída que não envolva destruir tudo pela frente. Frank é mais duro, direto e não tem a mesma paciência para procurar uma solução pacífica.
Mesmo assim, existe um respeito começando a surgir entre eles.
As provocações funcionam muito bem e deixam as cenas mais leves sem transformar o Justiceiro em um personagem caricato.
Ele continua sendo Frank Castle.
Mas, ao lado de Peter, acaba quase assumindo aquela postura de irmão mais velho impaciente, que reclama, provoca e, no fundo, se importa.
Bruce Banner como professor universitário

A participação de Bruce Banner também rende momentos muito divertidos.
Agora trabalhando como professor em uma universidade, Bruce usa um equipamento inibidor para impedir que se transforme no Hulk.
A cena em que conhecemos essa nova fase do personagem já é engraçada. Ele parece estar tentando levar uma vida normal e manter o grandão verde sob controle.
Peter recorre ao professor Banner, disfarçado de aluno, para pedir orientação sobre um inibidor que deseja construir para si mesmo.
Mas, depois de encontrarmos o professor Banner, ainda teremos o Hulk aparecendo no filme.

Depois de não conseguir usar o Escorpião para chegar ao que procura, Jean encontra em Bruce uma ferramenta muito mais poderosa.
E assim o filme nos entrega uma sequência empolgante envolvendo o Homem-Aranha e o Hulk.
Foi uma luta muito boa, que deixou o filme ainda mais incrível.
Mas, mesmo quando Hulk, Justiceiro, Yelena Belova e outros personagens conhecidos aparecem, o filme continua sendo sobre Peter Parker.
A verdadeira motivação de Jean Grey

No começo, Jean parece ser apenas a grande ameaça do filme.
Ela invade mentes, controla pessoas e coloca a cidade em risco para conseguir entrar no Departamento de Controle de Danos.
Mas nossa maneira de enxergar Jean muda um pouco quando descobrimos o que ela realmente procura.
Jean está tentando encontrar sua irmã, Sara, que foi sequestrada e usada em experimentos pelo departamento.
Ela acredita que ainda existe uma chance de salvá-la.
Jean continua fazendo o papel de vilã e colocando pessoas inocentes em perigo. Mas conseguimos compreender melhor sua motivação.
Jean não quer conquistar o mundo.
Ela quer encontrar a irmã.
A descoberta sobre Sara muda tudo
Quando Jean finalmente chega ao lugar onde Sara foi mantida, encontra apenas os sinais dos experimentos realizados ali.
A cena é muito triste porque, até aquele momento, ainda existia alguma esperança.
Jean acreditava que poderia salvar a irmã e ela própria acaba sendo testada da mesma forma que Sara foi, no mesmo lugar.
Quando, cansada da tortura, olha para o alto e encontra o nome V-Max em um duto, Jean entende que aquela provavelmente foi a última coisa que sua irmã viu antes de morrer.
Jean chegou tarde demais.
E toda a esperança que ela tinha se transforma em raiva.
Sadie Sink consegue mostrar muito bem essa mudança. A personagem não se transforma simplesmente em uma vilã poderosa que quer destruir tudo.
Ela é uma jovem devastada pela culpa e pela dor de não ter conseguido salvar a irmã.
Isso não justifica os meios que ela estava usando, mas faz a gente compreender suas intenções.
Jean perde o controle sobre seus poderes

Depois de descobrir o que aconteceu com Sara, Jean perde completamente o controle.
Ela usa a telepatia para dominar a mente de grande parte da cidade, incluindo MJ e Ned.
A busca terminou.
Agora, Jean quer vingança.
Nesse momento, conseguimos enxergar o tamanho do perigo que ela representa. Não apenas porque seus poderes são enormes, mas porque ela já não está pensando com clareza.
Sua dor e sua revolta tomam conta de tudo.
Achei interessante o filme não transformar Jean em alguém cruel desde o início. Ela não nasceu querendo machucar pessoas.
Foi sendo levada até esse ponto pelas perdas, pelos experimentos realizados com sua irmã e, agora, com ela própria.
Nesse meio-tempo, Peter percebe que tinha entendido tudo errado e que Jean poderia estar em perigo nas mãos de William “Bill” Metzger, interpretado por Tramell Tillman, responsável pelo Departamento de Controle de Danos.
A luta contra os ninjas e a transformação de Peter

Peter então vai atrás de Jean com a intenção de salvá-la de também ser mantida como parte de um experimento.
Isso leva à sequência em que Peter enfrenta os ninjas, uma das partes de ação mais empolgantes do filme.
Até aquele momento, ele vinha tentando conter as mudanças que estavam acontecendo em seu corpo, inclusive usando o inibidor para suprimir a evolução do Homem-Aranha.
Peter parecia enxergar essas novas habilidades como mais uma coisa que precisava controlar. Ele não queria ser dominado por essa mudança.
Mas, durante a luta e depois de um diálogo profundo com Jean, ela abre os olhos de Peter.
Jean mostra, inclusive, que os ninjas foram treinados pelo Departamento de Controle de Danos para contê-lo, caso fosse necessário.
Ela consegue entrar na mente de Peter sem usar seus poderes, mostrando que ele precisava entender que nem todos os que parecem ter boas intenções realmente têm.
Então vem aquela pergunta de Jean:
Você quer ser Peter ou o Homem-Aranha?
E a resposta dele se torna uma das partes mais marcantes do filme:
Os dois!
Finalmente, Peter para de resistir e retira os inibidores.
É aí que vemos as teias orgânicas sendo incorporadas de verdade ao personagem.
Eu sempre achei interessante a ideia de que alguém que sofreu uma mutação de aranha pudesse produzir as próprias teias. Para mim, sempre fez sentido que essa habilidade viesse do corpo dele, e não apenas de um equipamento criado em laboratório.
Assim como aconteceu com a versão de Tobey Maguire.
O filme consegue apresentar essa mudança sem parecer apenas uma atualização colocada para deixar o herói mais poderoso.
As novas habilidades acompanham o amadurecimento de Peter.
Ele está mudando por fora porque também precisa aceitar aquilo que está mudando dentro dele.
Dessa vez, sem depender de tecnologia, sem depender de Tony Stark e sem depender de ninguém. Apenas sendo Peter, com a mutação do Homem-Aranha se intensificando dentro dele.

Peter permite que Jean entre em sua mente
Para impedir que Jean destrua a cidade e a si mesma, Peter percebe que o uso da força não funcionaria contra ela.
Então, de forma muito inteligente, ele permite que Jean entre em sua mente.
É nesse momento que a história encontra uma de suas cenas mais bonitas.
Ao acessar as lembranças de Peter, Jean entra em contato com aquilo que ele viveu e com os ensinamentos deixados por Tia May, inclusive uma lembrança de quando ela descobriu que ele era o Homem-Aranha.
Essa cena, aliás, não tinha sido divulgada e foi usada de forma brilhante nesse momento do filme.
Mesmo depois de ter sido enganado e atacado, Peter consegue enxergar a jovem ferida por trás de todos aqueles poderes.
Ele reconhece nela uma dor parecida com a sua.
Jean perdeu a irmã.
Peter perdeu Tia May, os amigos e o grande amor.
Os dois estão reagindo de formas diferentes, mas carregam a mesma sensação de terem sido deixados completamente sozinhos.
Quando Peter diz a Jean que ela tem a ele, a cena ganha um significado ainda maior.
Ele oferece a ela exatamente aquilo que também precisava ouvir.
Você não está sozinha.
E, nesse momento, Peter começa a entender que se isolar nunca foi a única maneira de proteger as pessoas.
Peter salva Jean, e ela também salva Peter
Quando Peter se coloca na frente de um tiro disparado pelo Justiceiro para proteger Jean, ela percebe que ele realmente se importa.
Não existia uma armadilha ou segunda intenção.
Mesmo depois de tudo o que Jean fez, Peter a protegeu.
Depois disso, ela usa seus poderes telepáticos para proteger a mente de Peter enquanto o corpo dele se recupera.
A troca entre os dois é muito bonita porque um acaba oferecendo ao outro aquilo que estava faltando.
Peter impede que Jean se perca completamente na vingança.
Jean ajuda Peter a perceber que ele também merece ser cuidado.
Os dois passaram boa parte da história acreditando que precisavam enfrentar suas dores sem ninguém por perto.
No final, descobrem que aceitar ajuda não os torna mais fracos.
A cena do Justiceiro levando Peter ao hospital e ajudando-o nesse momento também traz uma camada muito significativa para o filme.
E é bem engraçado quando o Justiceiro se passa pelo Homem-Aranha para que Peter possa preservar sua identidade.
Peter decide se aproximar novamente de MJ e Ned

A retomada da relação de Peter com MJ e Ned é uma das partes mais carinhosas do filme.
MJ não recupera as lembranças de Peter. Ned também não volta imediatamente a ser o melhor amigo que conhecíamos.
Inclusive, achei muito acertado o fato de MJ e Peter não terem um final de conto de fadas.
Depois de encontrar a carta que Peter escreveu para ela e nunca entregou, o diálogo entre os dois é devastador, mas faz sentido.
MJ fala abertamente que a magia que ele fez funcionou: ela não se lembra dele, não o conhece e, portanto, não o ama.
Imagino que isso tenha machucado Peter mais do que qualquer luta contra um vilão que ele já enfrentou.
Peter não pode simplesmente devolver tudo ao lugar onde estava antes do feitiço.
Mas, mesmo assim, ele finalmente entende que se afastar não é a única forma de protegê-los.
Ele pode se aproximar aos poucos.
Pode conversar, começar de novo e permitir que aquelas pessoas façam parte de sua vida, ainda que de uma maneira diferente.
Gostei muito de o filme não resolver essa questão de forma fácil.
Existe esperança, mas também existe tempo.
Peter não recuperou exatamente a vida que tinha.
Ele decidiu construir uma nova.
Ned reconheceu Peter no final?
A cerejinha do bolo acontece quando Peter e Ned fazem o famoso cumprimento dos dois.
Por alguns segundos, Ned parece reconhecer o amigo e chega a chamá-lo de Peter.
A cena termina deixando várias possibilidades no ar.
Ele realmente recuperou alguma lembrança?
Associou o nome porque ouviu MJ chamando Peter pouco antes?
Seus poderes, que ainda não foram oficialmente apresentados, fizeram com que alguma parte de suas memórias resistisse ao feitiço?
Ou Jean pode ter interferido de alguma forma com seus poderes telepáticos?
Ainda não temos uma resposta.
Pode ser que as lembranças de MJ e Ned não tenham desaparecido completamente. Talvez ainda exista alguma coisa guardada dentro deles, esperando encontrar o caminho de volta.
Agora teremos que esperar pelo próximo filme para descobrir.
O que o final de Homem-Aranha: Um Novo Dia significa?

Para mim, ele representa a volta do próprio Peter Parker.
Durante praticamente todo o filme, ele tentou ser apenas o Homem-Aranha. Acreditava que a máscara era suficiente e que poderia abrir mão de qualquer vínculo para manter as pessoas seguras.
Mas, ao longo do filme, percebe que não consegue viver dessa forma.
Ser o Homem-Aranha é uma parte importante de quem ele é.
Mas não pode ser tudo.
Peter precisa de amigos, de afeto e de pessoas que saibam quem existe por trás da máscara.
Ao ajudar Jean, ele entende que não podemos atravessar todas as dores sozinhos.
E, quando decide se aproximar novamente de MJ e Ned, dá o primeiro passo para reconstruir sua vida.
Imagino que o verdadeiro novo dia do título não seja apenas uma nova fase para o Homem-Aranha, mas a oportunidade de Peter Parker voltar a existir.
Minha opinião sobre o filme depois dos spoilers

Depois de conversar sobre tudo o que aconteceu no filme, minha opinião resumida é: Homem-Aranha: Um Novo Dia é um dos filmes mais humanos do personagem.
As cenas de ação funcionam, as participações são divertidas e Sadie Sink chega com uma personagem muito importante para o futuro desse universo.
Mas o que realmente brilha é a história de Peter.
Um jovem que passou tanto tempo tentando proteger as pessoas que ama que acabou se convencendo de que precisava viver sem elas.
Tom Holland entrega um Peter mais maduro, sério e machucado, sem perder aquilo que sempre tornou sua versão do personagem tão querida.
Sadie Sink também consegue fazer com que Jean Grey pareça poderosa e, ao mesmo tempo, profundamente vulnerável.
As duas histórias se encontram justamente na solidão.
Peter e Jean perderam pessoas importantes. Os dois se culparam e tentaram lidar sozinhos com a dor.
E a dinâmica dos dois funciona muito bem porque mostra a Peter aquilo que ele precisava entender e mostra a Jean que ela pode fazer outras escolhas.
Saí do cinema emocionada, satisfeita e com muitas expectativas para o que virá depois.
MJ e Ned ainda não recuperaram suas lembranças, os poderes de Peter continuam mudando e a chegada de Jean Grey abre portas enormes para os mutantes dentro desse universo.
Mas finalmente temos um Homem-Aranha mais orgânico e maduro, que não depende da tecnologia de Tony Stark para ser o herói que amamos:
O Amigão da Vizinhança.
Quer descobrir os detalhes que ficaram escondidos nos bastidores?
A produção do filme também tem muitas coisas interessantes: o mistério envolvendo o papel de Sadie Sink, a construção desta nova fase de Peter, as referências aos quadrinhos e algumas cenas que fizeram os fãs lembrarem imediatamente de Stranger Things.
Inclusive, uma participação de alguém que esteve com Tom Holland em seu primeiro filme para o cinema.
Reuni tudo isso em outro artigo, separando as informações confirmadas das teorias e coincidências percebidas pelo público.
Veja também: curiosidades e bastidores de Homem-Aranha: Um Novo Dia.





