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Meu Nome é Farah: a série turca da Netflix que me surpreendeu do início ao fim

Arte de capa de Meu Nome é Farah com Tahir, Farah e Kerimşah, vestido de astronauta, abraçados ao pôr do sol, com a silhueta de uma cidade turca ao fundo
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Eu sou dorameira assumida! Me encanto com um bom dorama e, até pouco tempo atrás, minhas maratonas eram quase sempre de produções da Coreia do Sul.

Então, quando resolvi começar a assistir Meu Nome é Farah, confesso que fui meio desconfiada. Era uma série turca, algo completamente novo para mim. Nunca tinha assistido a uma produção da Turquia.

Pois é… bastou o primeiro episódio para me deixar viciada na série.

E agora, depois de tantos doramas, talvez seja hora de trocar a Coreia do Sul pela Turquia!

Meu Nome é Farah me surpreendeu muito. Não apenas pelo romance, mas por tudo o que acontece ao redor dele. É uma história que fala de maternidade, sobrevivência, escolhas difíceis, injustiças e também de pessoas que encontram uma nova chance de viver.

E, como terminei de assistir às duas temporadas, resolvi compartilhar o que achei da série.

Primeiro, vou contar minhas impressões sem revelar os acontecimentos importantes. Depois, para quem já assistiu ou não se importa com spoilers, vamos conversar sobre as reviravoltas, os personagens e aquele final que, apesar de emocionante, deixou algumas perguntas sem resposta.

Sobre o que é Meu Nome é Farah?

Farah e Tahir frente a frente em uma escada iluminada, em cena tensa de Meu Nome é Farah
Imagem: Divulgação/O3 Medya

A história acompanha Farah Erşadi, uma médica iraniana que vive sem documentação regular na Turquia, onde trabalha como faxineira para conseguir sobreviver e cuidar do filho, Kerimşah.

O menino nasceu com uma doença rara que compromete gravemente seu sistema imunológico. Por isso, precisa viver em um ambiente protegido, longe de situações que possam colocar sua saúde em risco. A esperança de uma vida mais próxima da normalidade depende de um transplante de medula óssea.

Como se tudo isso já não fosse difícil, Farah presencia um assassinato enquanto trabalha e acaba envolvida com uma perigosa organização criminosa.

É nesse momento que seu caminho cruza com o de Tahir Lekesiz, um homem ligado à máfia que recebe a missão de eliminá-la.

E é a partir desse encontro nada romântico que a vida dos dois começa a mudar.

A série mistura romance, drama, suspense, investigação policial e muita ação. Mas, por trás de tudo isso, existe uma mãe tentando fazer o impossível para proteger seu filho.

Muito mais do que um romance entre uma refugiada e um mafioso

Tahir e Farah frente a frente, olhando um para o outro, em cena de Meu Nome é Farah
Imagem: Divulgação/O3 Medya

O que me conquistou foi perceber que a série não fica limitada ao relacionamento dos protagonistas.

A condição de Farah como refugiada iraniana rende uma grande reflexão.

A série mostra uma mulher extremamente inteligente, formada em medicina, mas que, por sua situação migratória, não consegue exercer a sua profissão.

Também aborda a vulnerabilidade de mulheres que fogem de situações de violência e opressão, além das dificuldades de viver em outro país sem segurança, documentos ou uma rede de apoio.

Essa abordagem me chamou bastante a atenção, principalmente quando conhecemos melhor o passado da protagonista.

E, ao mesmo tempo, temos todo o universo da máfia, com seus negócios, segredos, traições e aquela sensação constante de que ninguém está completamente seguro.

Não é uma série leve. Existem cenas bastante tensas, situações de violência e momentos em que dá até uma angústia de continuar assistindo.

Mas também há romance, humor e momentos de muita sensibilidade.

É essa mistura que faz a história funcionar tão bem.

Farah e Kerimşah: a maternidade como uma das partes mais emocionantes da série

Se eu tivesse que escolher o que mais me emocionou em Meu Nome é Farah, certamente seria a relação de Farah com seu filho.

E como não se encantar com o nosso pequeno astronauta? Kerimşah, com aquela roupinha e seu jeitinho tão especial, é uma fofura! Adorei esse detalhe da série, porque, mesmo com tantas limitações por causa da doença, ele continua sendo uma criança cheia de imaginação, que sonha e quer descobrir o mundo.

Kerimşah sorrindo dentro do capacete de astronauta com luz azul, em cena de Meu Nome é Farah
Imagem: Divulgação/O3 Medya

E o amor de mãe está presente praticamente o tempo inteiro.

Farah enfrenta dificuldades financeiras, vive com medo de ser descoberta e deportada, precisa lidar com mafiosos e ainda carrega a preocupação constante com a saúde do filho.

Mesmo assim, seu maior cuidado é tentar preservar a infância de Kerimşah.

E isso me fez lembrar, em alguns momentos, do filme A Vida é Bela.

Naquele filme, acompanhamos um pai tentando proteger emocionalmente o filho em meio ao horror que os cerca, fazendo de tudo para que a criança não compreenda toda a crueldade daquela realidade.

Em Farah, senti algo parecido.

O mundo dela está desmoronando, mas, diante do filho, ela tenta transmitir segurança, leveza e tranquilidade. Procura transformar situações assustadoras em momentos normais para o filho.

E isso me tocou profundamente.

Porque não estamos falando de uma mãe em uma situação normal, mas sim de uma refugiada iraniana vivendo em um país sem documentação regular e ainda tendo que lidar com as mais diversas situações de tensão.

A maternidade é uma das maiores forças dessa história, e confesso que renderia até um artigo inteiro só sobre isso.

Tahir: o meu mafioso favorito!

Tahir Lekesiz, personagem de Engin Akyürek, de jaqueta de couro e corrente dourada, em Meu Nome é Farah
Imagem: Divulgação/O3 Medya

Agora precisamos falar dele, né?

Tahir é um daqueles personagens que, no começo, fazem a gente pensar: será que eu vou gostar desse homem?

Ele é perigoso, trabalha para a máfia, tem uma postura séria e não parece exatamente alguém com quem gostaríamos de cruzar o caminho.

Mas é impressionante como vai conquistando a gente ao longo da história.

Ele tem aquele jeito durão, fala pouco em algumas situações e, muitas vezes, consegue ser engraçado sem fazer o menor esforço.

Aliás, algumas das cenas mais divertidas são aquelas em que Tahir mantém a expressão séria nas mais diversas situações.

E tem o estilo dele também, que combina perfeitamente com o personagem. Aquela postura de homem perigoso, sempre muito bem vestido, o jeito de andar e até a famosa blusa de gola que ele vive arrumando… tudo faz parte do charme do Tahir. Mas, aos poucos, a gente vai conhecendo um lado completamente diferente dele.

Sabe aquela história do “Meu Malvado Favorito”?

Pois bem, Tahir virou o meu mafioso favorito! rsrs

E boa parte disso acontece por causa da relação que ele constrói com Farah e Kerimşah.

Não vou contar muito aqui para não estragar as surpresas, mas acompanhar como esses vínculos transformam suas escolhas é algo que faz a gente se apegar ainda mais ao personagem.

Vale a pena assistir Meu Nome é Farah?

Elenco da série turca Meu Nome é Farah reunido em foto de divulgação
Imagem: Divulgação/O3 Medya

É uma produção longa, com muitos acontecimentos, personagens e reviravoltas. A história se constrói sem pressa.

Mesmo assim, é difícil desgrudar da televisão, e isso acontece desde o primeiro episódio.

O elenco também merece destaque. Demet Özdemir, como Farah, e Engin Akyürek, como Tahir, conseguem transmitir muito bem a intensidade da história.

E o pequeno Rastin Paknahad, que interpreta Kerimşah, também tem uma participação essencial na história.

Se você gosta de romances com bastante drama, histórias de superação, mistérios e personagens que vão mudando ao longo da trama, tenho certeza de que vai amar.

Só não espere um romance tranquilo do começo ao fim. Porque, olha, tranquilidade é uma coisa que Farah e Tahir praticamente não conhecem!

Ficha técnica de Meu Nome é Farah

Título: Meu Nome é Farah
Título original: Adım Farah
Ano: 2023
País: Turquia
Episódios: 27 na TV turca, divididos em duas temporadas
Gênero: drama, crime, romance e suspense
Direção: Recai Karagöz
Roteiro: Deniz Dargı, Cem Görgeç e Cenk Boğatur
Baseada em: La chica que limpia (série argentina de 2017)
Elenco principal: Demet Özdemir, Engin Akyürek, Fırat Tanış e Rastin Paknahad
Onde assistir: Netflix (o catálogo pode mudar)


Agora vamos falar sobre a série com spoilers!

Atenção: a partir daqui, vou comentar acontecimentos importantes das duas temporadas, inclusive o final.

Se você ainda não assistiu e não gosta de spoilers, recomendo parar por aqui e voltar depois.

Mas, se já terminou a série, vamos conversar, porque tem muita coisa para comentar!

As reviravoltas e os segredos por trás da máfia

Farah com a mão sobre Kerimşah, vestido de astronauta, diante de um senhor de terno e de Tahir, em um jardim, em cena de Meu Nome é Farah
Imagem: Divulgação/O3 Medya

Gostei de como a história vai revelando, aos poucos, os verdadeiros envolvidos nos crimes.

No início, tudo aponta para Kaan como responsável pela morte de Alperen, o policial assassinado enquanto Farah trabalhava.

Mas depois descobrimos que o verdadeiro assassino era İlyas, um policial que trabalhava ao lado de Mehmet, e que o crime havia sido cometido por ordem de Orhan.

E que decepção descobrir quem era Orhan de verdade!

Ali Galip já se apresenta como um mafioso desde o começo. Sabemos quem ele é e que tipo de negócios comanda.

Mas Orhan é diferente. Ele ocupa uma posição de confiança e autoridade, enquanto mantém sua ligação com o crime escondida.

É o tipo de revelação que faz a gente começar a desconfiar de praticamente todo mundo.

E a série sabe conduzir esses mistérios sem entregar todos os segredos de uma vez.

A transformação de Tahir e a descoberta sobre Mehmet

Outro ponto que me conquistou foi acompanhar a transformação de Tahir.

Ele cresceu acreditando que devia tudo à família que o acolheu. Ali Galip representava uma figura de proteção e autoridade em sua vida.

Por isso, romper com essa família não era uma decisão simples.

Mas tudo começa a mudar quando ele conhece Farah e Kerimşah.

Aos poucos, Tahir deixa de ser apenas aquele homem que cumpre ordens e começa a questionar a vida que levava.

E o amor que ele desenvolve pelo menino é emocionante.

Kerimşah não é seu filho biológico, mas o amor de pai que Tahir constrói por ele é enorme.

Ele passa a protegê-lo, se preocupar com sua saúde e fazer planos para que os três possam viver como uma família.

A série mostra que a paternidade também pode nascer da convivência, do cuidado e da decisão de estar presente.

Tahir segurando uma bola de futebol enquanto Kerimşah olha para ele, em um jardim, em cena de Meu Nome é Farah
Imagem: Divulgação/O3 Medya

E, quando pensamos que já descobrimos tudo sobre Tahir, vem outra grande surpresa: ele e o comandante Mehmet são irmãos de sangue!

A série já nos entrega essa descoberta antes mesmo dos personagens, então ficamos na expectativa de quando eles finalmente vão descobrir que são irmãos. E isso acontece da forma mais tensa possível, como já esperado rsrs.

Depois de tantos conflitos, desconfianças e confrontos entre os dois, descobrir essa ligação dá um significado completamente diferente à relação deles.

E fica ainda mais triste perceber quantos anos perderam sem conhecer a verdade, principalmente quando descobrimos os segredos de Ali Galip envolvendo a morte dos pais de Tahir.

Uma cena de maternidade que enriquece a série

Tem uma cena que me emocionou muito, assim como tantas, mas essa entra no TOP 1 com certeza.

É quando Kerimşah está com febre e Farah, que também é médica, entra com ele numa banheira cheia de água gelada, no hospital, com acompanhamento dos médicos.

Gente, que cena emocionante!

O menino está tremendo de frio, e ela entra na banheira junto com ele. Mesmo sofrendo com aquela água gelada, Farah tenta acalmá-lo, abraça o filho e começa a cantar para deixar aquele momento um pouco mais leve.

Aquilo me emocionou, porque mostra exatamente a maternidade da Farah de forma profunda.

É uma daquelas cenas que mostram o quanto uma mãe é capaz de fazer por um filho, sem precisar de palavras, apenas gestos.

E toda essa dedicação da Farah também ajuda a construir a relação tão especial que Tahir desenvolve com os dois. Aos poucos, ele vai conhecendo de perto tudo o que ela enfrenta pelo menino e acaba criando por Kerimşah um amor de pai, mesmo sem ter nenhum laço de sangue com ele.

No fim, não é só o romance de Farah e Tahir que conquista a gente. É ver aquela família se formando, mesmo no meio de tantas dificuldades.

Behnam e a parte mais cruel da segunda temporada

Behnam, de casaco cinza, em frente a uma casa, ladeado por dois homens de preto, em cena de Meu Nome é Farah
Imagem: Divulgação/O3 Medya

Se a primeira temporada já tem bastante tensão, a segunda consegue ser ainda mais angustiante. Principalmente com a chegada de Behnam, o pai biológico de Kerimşah e ex-companheiro de Farah.

Olha, é difícil encontrar alguma qualidade nesse homem!

Ele é controlador, manipulador e trata Farah como se fosse sua propriedade. E o pior é que ainda diz que a ama. Mas que amor é esse?

Confesso que passei muita raiva com esse personagem, principalmente pela forma como ele usava Kerimşah para atingir Farah.

Uma das cenas mais cruéis é quando ela fica praticamente presa na mesma casa que o filho, mas sem poder chegar perto dele. E, como se isso já não fosse sofrimento suficiente, colocam uma televisão no quarto para que ela possa acompanhar as imagens do menino, sem poder abraçá-lo.

Gente, aquilo foi de cortar o coração!

Depois de tudo que Farah enfrentou para proteger Kerimşah, ver alguém usando o próprio filho para fazê-la sofrer foi revoltante.

E o mais absurdo é que Behnam ainda tenta justificar suas atitudes dizendo que a ama. A gente fica indignada com tanta crueldade, principalmente sabendo de tudo que Farah já havia passado nas mãos dele.

A verdade sobre a mãe de Farah e o transplante de Kerimşah

Outra revelação que me tocou muito foi descobrir que a mãe de Farah, Gülsima, estava viva.

Farah passou anos acreditando que tinha perdido a mãe, sem imaginar todo o sofrimento que ela também viveu no Irã. Gülsima ficou em cativeiro durante tanto tempo, carregando uma dor enorme e, ainda assim, tudo o que fez foi por amor à filha.

E, como se isso já não fosse forte o suficiente, ainda descobrimos que foi Gülsima a verdadeira doadora de medula para Kerimşah, e não Behnam, como ele fez todos acreditarem.

Ou seja, além de toda a crueldade, Behnam ainda tentou tomar para si o lugar de salvador do próprio filho.

Mas o que mais me marcou nessa parte foi o reencontro.

Ver Farah descobrindo que a mãe estava viva, depois de tantos anos, já é algo muito marcante por si só. E quando Gülsima conhece o neto, tudo fica ainda mais bonito e mais comovente. Depois de tanto sofrimento, é como se, por alguns instantes, a série desse um abraço na gente também.

Tahir tem um papel importante nessa descoberta, e todo esse reencontro traz um alívio enorme depois de tanta dor, perseguição e injustiça.

No meio de tanta coisa pesada, esse foi um daqueles momentos que aquecem o coração.

O final de Farah e Tahir: feliz, mas com algumas ressalvas

Farah, Kerimşah e Tahir caminhando de mãos dadas por uma entrada de casa cercada de árvores, em Meu Nome é Farah
Imagem: Divulgação/O3 Medya

Depois de tudo que Farah e Tahir enfrentaram, eu realmente queria que os dois tivessem um final feliz.

E, felizmente, tiveram.

Na reta final, acompanhamos a operação contra a organização criminosa, a suposta morte de Tahir e todo o sofrimento de Farah ao acreditar que havia perdido o homem que amava.

Mas, na verdade, Tahir sobrevive e sua morte faz parte de um plano que permite que ele abandone a antiga identidade e tenha a oportunidade de começar outra vida.

E ainda temos a notícia de que Farah está grávida!

Depois de tantas separações, ameaças e sofrimento, dá um alívio ver os três reunidos, agora com a expectativa de mais um bebê chegando à família.

Foi o desfecho que eu tanto queria para os protagonistas.

Mas confesso que, quando terminou, fiquei com aquela sensação de que ainda havia muita história para contar.

As pontas soltas que mereciam uma terceira temporada

Aqui está minha principal crítica.

Eu gostei do final de Farah e Tahir, mas senti falta de saber o que aconteceu com outros personagens que também ganharam importância ao longo da história.

Por exemplo, Bade e Mehmet.

Depois de tudo, eu queria muito ter visto os dois realmente juntos. Quem sabe até um casamento? Acho que mereciam um encerramento mais completo.

Também fiquei curiosa com Gönül e Bekir. A aproximação dos dois no final deixa a possibilidade de um relacionamento, mas a série termina antes de mostrar como aquilo se desenvolveria.

E Merjan? Depois de sua participação tão importante na reta final, também gostaria de saber o que aconteceu com ela.

Agora, algo que realmente me incomodou foi o mistério envolvendo o grande chefe da organização criminosa.

A série passa tanto tempo desenvolvendo aquela investigação, mostrando que Orhan recebia ordens de alguém ainda mais poderoso, que eu esperava conhecer a verdadeira identidade desse homem.

E nada!

A história termina sem revelar claramente quem ele era.

Para mim, essa foi uma das pontas soltas mais frustrantes, porque não se trata apenas de imaginar o futuro de um casal. Era um mistério importante da própria investigação.

Uma terceira temporada poderia desenvolver essas histórias, mostrar a nova vida de Farah e Tahir e dar um encerramento mais completo aos outros personagens.

Infelizmente, a produção foi encerrada na segunda temporada.

Uma pena, porque eu assistiria facilmente a mais uma!

O que ficou comigo depois de assistir Meu Nome é Farah

Tahir, Kerimşah e Farah lado a lado no quarto do menino, decorado com planetas, em Meu Nome é Farah
Imagem: Divulgação/O3 Medya

Apesar das pontas soltas, terminei a série com uma impressão muito boa.

Gostei do romance, das reviravoltas, das cenas de ação e até daquele humor inesperado do Tahir, que conseguia me fazer rir com a maior cara de sério.

Mas, acima de tudo, fiquei tocada pela forma como a história retratou o amor de uma mãe pelo filho e o quanto uma pessoa pode mudar quando encontra alguém por quem realmente deseja ser melhor.

Farah é uma mulher que enfrenta situações difíceis, comete erros, sente medo, mas continua lutando para oferecer uma vida melhor ao filho.

E Tahir, que começa a história tão envolvido com o crime, acaba descobrindo um sentimento de família que transforma suas prioridades.

Meu Nome é Farah tem romance, mas também fala muito sobre família, proteção, recomeços e segundas chances.

E pensar que comecei a assistir sem saber se iria gostar de uma série turca…

Agora estou querendo descobrir qual será a próxima!

Só não sei se meus doramas vão gostar muito dessa concorrência. rsrs

E você, já assistiu Meu Nome é Farah? Também ficou querendo uma terceira temporada? Me conta o que achou do final e se alguma cena ficou especialmente marcada para você.

Farah, de vestido vermelho, e Tahir, de terno preto, em foto de divulgação de Meu Nome é Farah
Imagem: Divulgação/O3 Medya

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Retrato de Bruna Souza

escrito por

Bruna Souza

Sou a Bruna, autora do Cantinho de Acolher. Escrevo sobre filmes, séries, receitas, bem-estar, casa, maternidade, música e reflexões da vida real. Um espaço para acolher, inspirar e compartilhar conteúdos leves, afetivos e cheios de significado, conforto e cuidado para o dia a dia.

Respira. Você não precisa dar conta de tudo hoje.

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