Melhores live actions da Disney: meus 3 favoritos e por que ganharam meu coração
Eu cresci assistindo aos desenhos da Disney.
Era aquela típica menina encantada com histórias de princesas, castelos, músicas inesquecíveis, príncipes, animais falantes e aquele famoso “felizes para sempre” no final.
E até hoje me encanto com os filmes de antigamente.
Os filmes da Disney têm esse poder bonito de levar a gente de volta para algum lugar da infância. Um lugar mais leve, mais mágico, mais protegido. Aquele tempo em que a maior preocupação era escolher qual desenho assistir de novo, mesmo já sabendo todas as falas.
Por isso, quando começaram a surgir os live actions da Disney, confesso que fiquei curiosa e um pouco desconfiada também.
Porque uma coisa é amar o desenho. Outra coisa é ver aquela história ganhar uma versão com atores reais, cenários grandiosos, efeitos especiais e novas interpretações.
E vamos combinar? Nem todo live action consegue trazer de volta a mesma magia do desenho que a gente guarda na memória.
Mas quando funciona, ele encanta. Ele desperta saudade, traz de volta o carinho pelo clássico original e faz a gente sair do cinema com aquela sensação gostosa de ter reencontrado uma memória afetiva.
Essa lista aqui é totalmente pessoal. Não é ranking técnico, não é crítica de cinema e muito menos uma verdade absoluta. É só a minha opinião mesmo, baseada no quanto esses filmes me tocaram, me divertiram e me fizeram mergulhar novamente nas histórias que eu já amava desde criança.
Então vamos ao meu top 3 de melhores live actions da Disney.
Top 3: A Pequena Sereia

O desenho de A Pequena Sereia sempre me encantou.
Aquele universo no fundo do mar, o Linguado, o Sebastião, as músicas, as cores, o mistério… tudo tinha um charme muito especial. Era um daqueles desenhos que faziam a gente entrar em um mundo completamente diferente, mas ainda assim muito familiar.
E claro, não dá para falar de A Pequena Sereia sem lembrar da Úrsula.
Ela sempre foi uma daquelas vilãs que chamam atenção de verdade. Forte, teatral, intensa e com aquela presença que fazia a gente ficar grudada na tela. Confesso que ela sempre me impactou bastante, porque era uma vilã com cara de vilã mesmo, daquelas que a gente não esquece.
E a Ariel é uma princesa fascinante, intensa, curiosa e bem teimosa. Daquelas que seguem o próprio coração, mesmo quando isso a coloca em caminhos perigosos e cheios de consequências.
E dá para entender esse sonho dela de conhecer um novo mundo. A curiosidade pela vida dos humanos, a vontade de descobrir algo além do que já conhecia e de viver aquilo que parecia impossível para ela.
Nessa vontade enorme de realizar o sonho, Ariel acaba fazendo um acordo perigoso e descobre que algumas escolhas podem cobrar um preço alto.
No live action, eu gostei muito da forma como esse universo foi recriado.
Mesmo com toda a polêmica que aconteceu em torno da escolha do elenco, vou dar minha opinião sincera: para mim, Halle Bailey foi uma escolha perfeita para viver a Ariel.
Ela é linda, tem uma voz espetacular e conseguiu transmitir muito bem a doçura, a curiosidade e a força da personagem. Para mim, ela trouxe uma Ariel delicada, sonhadora e intensa na medida certa.
Além disso, o cabelo avermelhado estava lá. E, para mim, essa era uma das características visuais mais importantes da Ariel.
O musical ficou muito bonito. As canções continuam encantadoras, e as cenas no fundo do mar trouxeram aquela sensação de fantasia que a gente esperava desse filme.
Também gostei dos complementos feitos na história. Eles não tiraram o encanto do desenho original. Pelo contrário, ajudaram a dar mais profundidade para alguns personagens e deixaram a narrativa mais completa.
E preciso destacar as cenas com o Sebastião. Ficaram muito engraçadas. Ele trouxe aquele alívio cômico que funciona muito bem no filme.
Todos os personagens queridos estavam lá: Linguado, Sebastião, Rei Tritão, Príncipe Eric… e isso faz muita diferença para quem cresceu com o desenho.
Esse filme me levou duas vezes ao cinema. E detalhe: assisti às duas vezes na versão legendada.
O desenho, claro, eu sempre assisti dublado. Daqueles clássicos que a gente guarda na memória com as vozes da infância.
Algumas curiosidades sobre A Pequena Sereia
Para deixar esse mergulho ainda mais gostoso, separei algumas curiosidades sobre o live action de A Pequena Sereia:
- O visual do cabelo da Ariel deu bastante trabalho. A equipe buscou manter o tom avermelhado clássico da personagem, mas respeitando o cabelo natural da Halle Bailey. O resultado ficou diferente do desenho, mas ainda com aquela referência que a gente reconhece na hora.
- O filme ganhou músicas novas. Além das canções clássicas, o live action trouxe novas músicas para ampliar a história e dar mais camadas aos personagens.
- O príncipe Eric ganhou mais espaço na história. No desenho, ele aparece de forma mais simples. Já no live action, conhecemos melhor seus sonhos, sua relação com o mar e seus próprios conflitos.
- A cena da Ariel jogando o cabelo para trás precisou ser bem planejada. Parece uma cena simples, mas recriar esse momento clássico em live action exigiu cuidado para funcionar visualmente.
- O fundo do mar misturou atores reais com muitos efeitos visuais. Por isso, várias cenas precisaram ser pensadas para criar a sensação de movimento, água e fantasia ao mesmo tempo.

Top 2: A Bela e a Fera

A Bela e a Fera é um dos desenhos da Disney que mais assisti quando era criança.
Eu lembro de ver várias e várias vezes, e até hoje sei muitas músicas e falas de cor. Na versão dublada, como assistia na infância: a gente acaba aprendendo a música, a fala, o ritmo da cena e nunca mais esquece.
A Bela sempre foi uma princesa diferente das outras.
Ela não parecia estar esperando apenas um príncipe aparecer. Ela gostava de livros, sonhava com uma vida maior, tinha curiosidade pelo mundo e não se encaixava naquela aldeia pequena onde nada de novo acontecia.
E isso torna a Bela tão diferente das demais princesas clássicas da Disney.
Ela é doce, sonhadora, simples, mas também muito firme. Existe uma grandeza dentro dela que não combina com a vida limitada que tentam impor. E por essas razões ela é uma das personagens mais interessantes da Disney para mim.
O live action de A Bela e a Fera foi simplesmente encantador e bem fiel à história original.
A essência estava ali: o castelo, os objetos encantados, a Fera, a Bela, as músicas, a atmosfera mágica e aquela mensagem poderosa sobre não julgar alguém apenas pela aparência.
Essa história sempre teve uma mensagem forte.
Ela fala sobre enxergar além do óbvio. Sobre perceber que beleza não é só o que aparece por fora. Sobre como o amor verdadeiro pode surgir de formas inesperadas, quando existe convivência, cuidado, paciência e transformação.
E a cena do baile?
Perfeita.
Aquele vestido amarelo, o salão, a dança, a música, a delicadeza da cena… tudo ali foi feito para tocar direto na memória de quem cresceu assistindo ao desenho.
Também gostei dos acréscimos feitos na versão live action. Eles deixaram a história um pouco mais rica, sem descaracterizar o clássico.
Esse, para mim, é o grande segredo de um bom live action: trazer algo novo, mas sem destruir aquilo que a gente amava no original.
Quando funciona, ele encanta. Ele desperta saudade e faz a gente sentir que reencontrou uma memória querida.
Emma Watson combinou muito bem com o papel da Bela.
Ela trouxe inteligência, delicadeza e personalidade para a personagem. A Bela dela parecia mesmo alguém que queria mais da vida, mas sem perder a ternura.
Assisti no cinema na versão legendada e depois reassisti em casa na versão dublada.
E posso dizer sem medo: amei das duas formas.
É um filme bonito, encantador, emocionante e muito gostoso de rever.
Curiosidades que eu adorei saber sobre A Bela e a Fera
E como esse filme é cheio de detalhes lindos, algumas curiosidades deixam a experiência ainda mais especial:
- Emma Watson foi uma escolha muito simbólica para viver Bela. Assim como a personagem, ela sempre teve uma imagem ligada aos livros, à inteligência e à independência. Por isso, a escolha combinou muito com a essência da Bela.
- A Bela do live action ficou ainda mais ativa e independente. Nessa versão, ela não é só uma leitora sonhadora. Ela também aparece como uma mulher criativa, prática e cheia de ideias.
- O vestido amarelo foi pensado para ter movimento. A ideia não era apenas fazer um vestido bonito, mas uma roupa que permitisse que a Bela dançasse e se movimentasse com naturalidade.
- A cena “À Vontade” teve muitos efeitos visuais. Imagina atuar em uma cena cheia de pratos, talheres, luzes e objetos encantados, só que muita coisa seria criada depois. Deve ser uma experiência bem diferente.
- Dan Stevens interpretou a Fera com captura de movimento. Por trás daquele visual todo trabalhado, existia uma atuação real sendo capturada para dar expressão e emoção ao personagem.
- O filme trouxe músicas novas. Além das canções clássicas, a versão live action incluiu novas músicas para aprofundar alguns sentimentos dos personagens.

Top 1: Aladdin

Agora chegamos ao meu favorito, que levou o primeiro lugar no pódio.
Para mim, Aladdin é o melhor live action da Disney até agora.
E vou além: acho que ele mereceria um texto só para ele, porque foi a adaptação que mais conseguiu me transportar do desenho para o filme com atores reais.
Eu assisti ao desenho do Aladdin inúmeras vezes. Sempre fui dessas que, quando gostam muito de um desenho ou filme, assistem de novo, de novo e de novo. E mesmo sabendo tudo o que vai acontecer, continuo me emocionando como se fosse a primeira vez.
Quando assisti ao live action no cinema, tive aquela sensação rara de pensar: “Funcionou”.
Funcionou muito.
Tanto que voltei ao cinema para assistir uma segunda vez. Porque quando a gente gosta muito de um filme, reassistir vira quase uma necessidade. Na primeira vez, a gente se envolve com a história. Na segunda, começa a reparar nos detalhes que passaram despercebidos.
E Aladdin tem muitos detalhes gostosos de observar.
O filme foi muito fiel aos principais pontos do desenho. A história estava ali, os personagens estavam ali, as músicas estavam ali, a magia estava ali. Mas, ao mesmo tempo, ele conseguiu trazer uma energia própria.
Mena Massoud como Aladdin e Naomi Scott como Jasmine foram escolhas muito acertadas.
Na minha opinião, os dois combinaram perfeitamente com os personagens. Parecia mesmo que tinham saído do desenho e ganhado uma versão real. Eles tinham carisma, química e presença.
Mas claro… precisamos falar dele: Will Smith como o Gênio.
Quando anunciaram essa escolha, muita gente ficou em dúvida. Afinal, o Gênio é um dos personagens mais icônicos da Disney. Ele é praticamente a alma do filme. Divertido, exagerado, emocionante, imprevisível e cheio de personalidade.
E para mim, Will Smith foi uma escolha perfeita.
Ele não tentou copiar exatamente o Gênio do desenho. E acho que esse foi o maior acerto. Ele fez o Gênio dele, com o jeito dele, com o carisma dele, com aquele humor que combina tanto com ele. Mas, ao mesmo tempo, manteve a essência do personagem que todo mundo ama.
Eu achei a atuação dele divertidíssima.
Ele trouxe leveza, energia e muita graça para o filme. Em vários momentos, é impossível não sorrir com as cenas dele.
Uma coisa que eu gostei muito nessa versão é que o Gênio ganhou mais profundidade. Ele não ficou apenas como o personagem engraçado que realiza desejos. O filme deu a ele uma história própria, um desejo próprio e um final feliz que, sinceramente, ele merecia.
Afinal, o Gênio sempre foi a alma de Aladdin. E no live action, ele não realizou apenas o sonho dos outros. Ele também teve a chance de viver o dele.
Outro ponto que ganhou meu coração foi o destaque maior dado para a Jasmine.
No desenho, ela já era uma princesa forte. Mas no live action ela ganhou mais voz, mais presença e uma participação muito mais marcante na história. Ela aparece como uma mulher inteligente, determinada, consciente do seu valor e com vontade real de participar das decisões do seu povo.
Ela não quer apenas ser escolhida. Ela quer ser ouvida.
E isso deixou a personagem ainda mais interessante.
A música solo dela, inspirada nessa vontade de liberdade e liderança, foi muito bem introduzida na história. Não pareceu algo jogado. Pelo contrário, combinou muito com a nova construção da Jasmine.
Se eu pudesse comentar apenas um ponto que não me conquistou tanto, seria o Jafar.
No desenho, o Jafar tem uma presença mais assustadora, uma voz mais marcante, um ar mais ameaçador. No live action, Marwan Kenzari entregou uma versão diferente, menos impactante para mim.
Não achei ruim, mas também não senti aquele mesmo peso do vilão original.
Ainda assim, isso não estragou a experiência.
O filme continua lindo, divertido, emocionante e cheio de cenas memoráveis.
E a cena do tapete com “Um Mundo Ideal”?
Para mim, é uma das cenas mais bonitas e mágicas das histórias da Disney. Ver esse momento ganhar vida no live action foi muito emocionante. Sem contar que “Um Mundo Ideal” é uma das minhas canções favoritas da Disney.
Assisti tanto na versão legendada quanto na versão dublada.
E amei das duas formas.
Curiosidades que eu adorei saber sobre Aladdin
Como Aladdin ficou em primeiro lugar no meu coração, ele merece um espacinho maior nas curiosidades. E olha… tem bastante coisa interessante:
- Will Smith sabia que tinha uma missão difícil. Viver o Gênio depois da versão tão icônica do desenho não era tarefa simples. Em vez de tentar copiar, ele criou uma versão com o próprio carisma.
- O Gênio azul foi criado com muitos efeitos visuais. Mesmo tendo a atuação do Will Smith como base, a versão mágica do personagem passou por um grande trabalho de computação gráfica.
- Will Smith teve liberdade para brincar com o personagem. Como o Gênio é exagerado, divertido e cheio de energia, algumas cenas ganharam esse toque mais solto e espontâneo dele.
- A música “Speechless” foi criada especialmente para Jasmine. Esse foi um dos maiores acréscimos do live action e ajudou a mostrar a força da personagem.
- Jasmine ganhou uma história mais forte. No desenho, ela já era decidida. Mas nessa versão, ela ganha mais voz, mais presença e mais vontade de participar do futuro do reino.
- Mena Massoud trouxe leveza ao Aladdin. Ele conseguiu passar aquele jeito esperto, meio atrapalhado e encantador que o personagem precisava ter.
- Guy Ritchie dirigiu o filme. Isso ajuda a explicar o ritmo mais acelerado de algumas cenas, principalmente nas perseguições e momentos de ação em Agrabah.
- Alan Menken voltou para a trilha sonora. Ele já fazia parte da música do desenho original, então sua presença ajudou a manter a conexão com a Disney clássica.

Por que esses live actions ganharam meu coração?
O que esses três filmes têm em comum, para mim, é que eles não tentaram apenas refazer uma história famosa.
Eles conseguiram despertar uma sensação.
A Pequena Sereia me levou de volta ao encanto do fundo do mar.
A Bela e a Fera me lembrou da magia dos contos de fada e da importância de enxergar além das aparências.
Aladdin me fez sair do cinema com aquela alegria leve, divertida e nostálgica de quem acabou de reencontrar um clássico querido.
E é isso que esperamos de um live action da Disney.
Precisa fazer a gente sentir de novo.
E esses três conseguiram isso comigo.
Não precisa ser idêntico. Não precisa substituir o desenho. Mas precisa respeitar a memória afetiva de quem cresceu com aquela história.
Por isso, até agora, meu top 3 fica assim:
3º lugar: A Pequena Sereia
2º lugar: A Bela e a Fera
1º lugar: Aladdin
E você? Também tem um live action da Disney que mora no seu coração?
Porque, no fim, essas listas nunca são só sobre filmes. São sobre memórias, infância e músicas que ficaram guardadas dentro da gente. E aquela vontade de acreditar, nem que seja por algumas horas, que ainda existe um pouco de magia no mundo.

Curiosidade: live actions da Disney em ordem de lançamento
Depois de escolher meus três favoritos, fiquei curiosa para olhar a linha do tempo dos live actions da Disney.
Alguns são adaptações mais fiéis das animações. Outros são releituras, continuações ou histórias inspiradas em personagens clássicos. Mesmo assim, todos fazem parte desse movimento da Disney de revisitar suas histórias animadas em versões com atores reais, CGI ou uma mistura dos dois.
Então deixo aqui uma lista em ordem de lançamento para quem também ama esse universo:
- 1996 — 101 Dálmatas
Baseado na animação 101 Dálmatas, de 1961. - 2000 — 102 Dálmatas
Continuação do live action de 101 Dálmatas. - 2010 — Alice no País das Maravilhas
Releitura inspirada na animação Alice no País das Maravilhas, de 1951. - 2014 — Malévola
Releitura da história de A Bela Adormecida, de 1959, pelo ponto de vista da vilã. - 2015 — Cinderela
Baseado na animação Cinderela, de 1950. - 2016 — Mogli: O Menino Lobo
Nova versão em live action/CGI da animação Mogli: O Menino Lobo, de 1967. - 2016 — Alice Através do Espelho
Continuação de Alice no País das Maravilhas, de 2010. - 2016 — Meu Amigo, o Dragão
Nova versão inspirada em Meu Amigo, o Dragão, de 1977. - 2017 — A Bela e a Fera
Baseado na animação A Bela e a Fera, de 1991. - 2018 — Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível
Inspirado no universo do Ursinho Pooh. - 2019 — Dumbo
Baseado na animação Dumbo, de 1941. - 2019 — Aladdin
Baseado na animação Aladdin, de 1992. - 2019 — O Rei Leão
Versão em CGI fotorrealista da animação O Rei Leão, de 1994. - 2019 — Malévola: Dona do Mal
Continuação de Malévola, inspirada no universo de A Bela Adormecida. - 2019 — A Dama e o Vagabundo
Baseado na animação A Dama e o Vagabundo, de 1955. - 2020 — Mulan
Baseado na animação Mulan, de 1998. - 2021 — Cruella
Releitura inspirada na vilã de 101 Dálmatas. - 2022 — Pinóquio
Baseado na animação Pinóquio, de 1940. - 2023 — Peter Pan & Wendy
Baseado na animação Peter Pan, de 1953. - 2023 — A Pequena Sereia
Baseado na animação A Pequena Sereia, de 1989. - 2024 — Mufasa: O Rei Leão
Prelúdio da versão fotorrealista de O Rei Leão. - 2025 — Branca de Neve
Baseado na animação Branca de Neve e os Sete Anões, de 1937. - 2025 — Lilo & Stitch
Baseado na animação Lilo & Stitch, de 2002.





